I SDA – SIMPÓSIO DEMOLAY DE ANÁPOLIS
Capítulo Anápolis N°007
Data: 29/08/2010
Local: A.R.L.S. João Pedro Junqueira. Av 9, Área A-2, Conjunto Mirage. Anápolis – GO.
A Partir das 8horas (Café da manhã e credenciamento)
Valor de inscrição: R$ 5,00 + 1kg de alimento não perecível (Incluso a participação e alimentação: café da manhã, almoço e lanche).
As inscrições devem ser feitas até dia 22/08/2010.
Depósito em conta corrente no Banco do Brasil.
Agencia: 1610.1
Conta: 90322-1
ANDRÉ PENA CORRÊA BITTENCOURT
Ao fazer o depósito, enviar cópia do comprovante e nome dos participantes para o email: guilherme.mm7@hotmail.com
Horário previsto para término: 17horas.
O Evento
Serão realizadas as seguintes palestras:
“Templários e Hospitalários: As cruzadas e a defesa da cristandade”: Dirceu Marchini (Portugal)
“Organização capitular: otimizando resultados e conquistando irmãos”: Alexandre Pena Corrêa Bittencourt (Barra do Garças – MT)
“Motivação: o que leva um jovem a freqüentar um Capítulo”: Erick Rôso Huber (Goiânia)
“Ritualística e Simbolismo da Ordem DeMolay”: Guilherme Miranda e Paulo Gabriel Lopes (Anápolis – GO)
URNA 25 ANOS E MONUMENTO DEMOLAY
Em comemoração aos 25 anos do Capítulo Anápolis, neste dia será inaugurado o monumento DeMolay e o fechamento da Urna que será reaberta daqui a 25 e 50 anos.
Muito provavelmente muitos de nós já não estaremos neste plano para acompanhar a reabertura, mas imagine a alegria de um filho DeMolay, um neto ao reabrir a urna e encontrar uma carta escrita por você a 25, 50 anos atrás.
Todos gostariam de viver para sempre, e nesta urna estarão relatos que jamais serão perdidos, e que ficarão para sempre na memória.
Todos os participantes do I SDA e que desejarem depositar uma carta na urna poderão fazer parte deste momento histórico. O Capítulo Anápolis irá apenas cobrar uma taxa de R$ 15,00 para a fabricação da urna, em material resistente ao tempo, e irá plastificar as cartas também para conservá-las do efeito causado pelo tempo.
A taxa de R$ 15,00 deve ser depositada na mesma conta acima, e carta digitada pode ser enviada ao mesmo email, além do comprovante de pagamento.
A Ordem DeMolay é uma ordem discreta de bens fraternais, filosóficos, mas principalmente é uma irmandade que se preocupa com o ato FILANTROPICO, e é baseado neste preceito o de filantropia que tentamos sempre termos como principal objetivo o de ROMPER com a DESIGUALDADE social.
Esta RIFA BENEFICENTE tem como principal objetivo a de arrecadação de dinheiro para doação, essa doação será toda destinada a uma moça da CIDADE DE ANICUNS que foi vitima de um ERRO MEDICO, que por infelicidade ao fazer uma cirurgia de APÊNDICE o MEDICO PERFUROU a sua BEXIGA, hoje essa moça linda que era perfeitamente saudável se encontra em um estado deplorável, pois o seu estado agravou e ela se encontra em COMA INDUZIDO.
E é devido a isso que a Ordem DeMolay esta realizando essa RIFA FILANTROPICA, para que possamos ajudá-la de alguma forma, pois a sua família é humilde e acreditamos que o dinheiro ira ajudá-la a pagar as consultas medica e ou qualquer eventual cirurgia que seja preciso. Sabemos que apenas este ato simbólico não será suficiente, mas esperamos verdadeiramente amenizar a dor dessa família com essa singela ajuda.
Esperamos que todos ajudem em mais uma campanha da ORDEM DEMOLAY, pois alem de concorrer prêmios ainda ajudara uma vida... Pois são em pequenos e singelos atos que podemos fazer a diferença...
FAÇA A SUA PARTE AJUDE...PRATIQUE FILANTROPIA...
Dados da RIFA BENEFICENTE:
Dia: 14/agosto/2010
Local: Local União e Justiça
Hora: EM BREVE
Valor: R$ 2,00 (dois reais)
Premiação: 1º Premio – 01 – Violão
2º Premio – 01 – DVD
3º Premio – 01 – Colônia do “O Boticário”
O que pensar? O que fazer? Quantas perguntas todas levam a apenas uma, "PORQUE?"Porque iniciar em uma Irmandade?
Não me lembro bem como me convenci a me unir a essa gigantesca irmandade que é a Ordem DeMolay, quando vi ja estava ali prestes a entrar na sala Capitular, nem me lembro bem o que pensava, apenas me lembro de uma forte dor no peito. Medo, ansiedade, curiosidade tudo estava ali presente diante de mim.
Mas o que sentir? Como viera eu parar ali? Todos se cumprimentavam parecia uma imensa familia, pareciam felizes por aqueles que ali estavam prestes a descobrir, prestes a saber. Mas o que? Que segredos poderiam estar escondidos? Será que eu deveria estar ali?
Talvez já estivera ali, mas... quando? Caminhava sem rumo. Pessoas desconhecidas passavam por mim, contudo, não tinha coragem de abordá-las. Mas... Espere, que grupo seria aquele reunido de roupa característica?Lógico! Não estariam indo e vindo de uma festa... Não são evangélicos ou algo parecido. Também pareciam ansiosos, estavam todos esperando, mal se ouviam falas.
Ate que todos se calam, não se vê mais nada... a curiosidade e o MEDO tomam conta de mim.
É quando surge uma voz: Não se preocupe IRMÃO. Pode confiar em MIM.
De repente não estava mais com medo estava ali seguro, não estava entre estranhos e sim entre IRMÃOS.
De repente um fecho de LUZ um fecho de esperança, tudo é claro. Sete velas iluminam o meu CAMINHO velas de virtudes de virtudes imortais...
Sabia que naquele momento não estava SOZINHO ... havia ganhado um presente, uma LAR, uma FAMILIA: tios(as), primos(as), cunhadas... Havia ganhado IRMÃOS.
A Ordem é inspirada na história de Jacques DeMolay, 23º e último Grão-Mestre da Ordem dos Templários, nascido no século XIII, morto no século XIV, perseguido pela Inquisição da Igreja Católica e executado por ordem do Rei Filipe IV de França, acusado arbitrariamente de heresia e infidelidade à Igreja e ao Rei.
Há cerca de 2 milhões de membros em todo o mundo e mais de 100 mil no Brasil. O DeMolay que completa 21 anos de idade, é denominado Sênior DeMolay e passa a acompanhar os trabalhos da Ordem através da "Associação DeMolay Alumni". No Brasil, distribuídos em mais de setecentos Capítulos, os milhares de DeMolays regulares de todos os estados da federação se reúnem freqüentemente.
No mundo, a Ordem DeMolay pode ser encontrada em: Aruba (Países Baixos), Alemanha, Austrália, Bolívia, Brasil, Canadá, Colômbia, Estados Unidos, Filipinas, Guam (Estados Unidos), Itália, Japão, México, Panamá e Paraguai.
No dia 19 de janeiro de 2010, o então presidente da República Federativa do Brasil, LUÍS INÁCIO LULA DA SILVA, através da Lei nº 12.208, instituiu o dia 18 de março como o Dia Nacional do DeMolay.
Quantas vezes ouvimos essa mesma pergunta. Nunca me cansei em explicá-la é um orgulho que não conseguimos descrever um orgulho que transcende as barreiras e enchem nossos corações de esperança, explicar tantas e tantas vezes um exemplo de lealdade e heroísmo. Talvez esse seja o maior orgulho de um membro desta imensa Ordem Filosófica, Fraternal e principalmente Filantrópica.
Para conhecedores da História Geral, existem pontos que ficam gravados na memória pela força que certos fatos evidenciam a própria história. Um deles foram as cruzadas. As cruzadas, criadas com o fim específico de defender a Terra Santa e Lugares Sagrados, foram organizadas pelos Cavaleiros Templários.
A Ordem dos Templários era formada de varões probos e de grande valentia, onde seus integrantes eram escolhidos entre os melhores cavaleiros que se declaravam castos e celibatários para que melhor pudessem exercer funções nos mais diversos lugares.
A Ordem dos Templários tinha sua organização hierárquica perfeita; seu último Grão-Mestre foi Jacques DeMolay, que por não revelar os nomes de todos os seus irmãos, os Cavaleiros Templários, foi morto na fogueira por ordem da Inquisição e do Rei de França Felipe, o Belo, no século XIV.
Jacques DeMolay morreu defendendo seus ideais e sempre permaneceu inabalável, morreu para salvar os seus Cavaleiros seu IRMÃOS e defender um segredo a revelação de um tesouro tão gigantesco e inexplicável. Talvez fosse a localização do próprio SANTO GRAAL.
Jacques DeMolay nasceu em Vitrey, na França, no ano de 1244. Pouco se sabe de sua família ou sua primeira infância. Sabe-se que na idade de 21 anos, ele tornou-se membro da Ordem dos Cavaleiros TempláriosOs Templários foram fortemente entrincheirados na Europa e Grã-Bretanha, com suas grandes casas, suas ricas propriedades, seus tesouros de ouro; seus líderes eram respeitados por príncipes e temidos pelo povo, porém não havia nenhuma ajuda popular para eles em seus planos de guerra. Foi a riqueza, o poder da Ordem, que despertou os desejos de inimigos poderosos e, finalmente, ocasionou sua queda.
Em 1305, Felipe, o Belo, então Rei de França, atento ao imenso poder que teria se ele pudesse unir as Ordens dos Templários e Hospitalários, conseguindo um titular controle, procurou agir assim. Sem sucesso em seu arrebatamento de poder, Felipe reconheceu que deveria destruir as Ordens, a fim de impedir qualquer aumento de poder do Sumo Pontificado, pois as Ordens eram ligadas apenas à Igreja.

O ano de 1305 encontra a Ordem dos Cavaleiros do Templo e a Ordem dos Hospitalários sediados na ilha de Chipre, pois os muçulmanos haviam retomado a Terra Santa. Ansiavam por uma última Cruzada, que jamais ocorreu. O rei da França Felipe de Valois, conhecido como “Felipe o Belo”, concebeu um plano voltado a apoderar-se da enorme riqueza dos Templários e ter perdoada sua enorme dívida para com a Ordem e assim amealhar recursos para seus projetos temporais de ampliação territorial sobre a Inglaterra. Para tanto precisava da aquiescência do papa Clemente V (Bernardo de Goth, ex-arcebispo de Bordeaux) que, imediatamente, concebeu o plano de unificar as duas Ordens rivais, ou subordinar todos aos Hospitalários. Convocou os dois Grãos Mestres de ambas as Ordens a um encontro em Paris. O Grão Mestre dos Hospitalários deu uma desculpa convincente e faltou ao encontro. Jacques De Molay, Grão Mestre dos Templários, então contando quase 70 anos de idade, compareceu ao encontro com dois documentos: um plano detalhado para uma nova Cruzada (que presumia ser o principal motivo da convocação) e um arrazoado explicando as diferenças e motivos que considerava relevantes para manter Templários e Hospitalários como ordens distintas.
De Molay foi recebido com todas as honras em Paris. Durante dois anos – período durante o qual Felipe de Valois ficou de apresentar sua decisão final sobre os dois documentos trazidos por Jacques De Molay – Guilherme de Nogaret, ministro de Felipe “o Belo”, arquitetou o plano para aprisionar a um só tempo todos os Templários em todos os pontos da Europa. Foram expedidas cartas lacradas aos senescais (líderes políticos e religiosos locais) de todas as paróquias com ordens expressas de somente abri-las a 12 de setembro de 1307. Naquela data, Jacques De Molay contava-se entre os maiores nobres da Europa a carregarem o caixão da princesa Catarina, falecida esposa do irmão do rei Felipe, Carlos de Valois. No mesmo momento em que o Grão Mestre dos Templários participava deste solene evento fúnebre em companhia dos nobres, não havia meios que lhe permitissem saber da trama, menos ainda do conteúdo das cartas que, abertas, tornariam a sexta-feira 13 (naquele caso de setembro de 1307) o dia mais aziago do ano: 15 mil homens (o número total de Cavaleiros Templários) deveriam ser aprisionados em grilhões especialmente confeccionados e despachados a todos os pontos com esta finalidade.
DeMolay e milhares de outros Templários foram presos e atirados em calabouços. Foi o começo de sete anos de celas úmidas e frias e torturas desumanas e cruéis para DeMolay e seus cavaleiros. Felipe forçou o Papa Clemente V a apoiar a condenação da Ordem, e todas as propriedades e riquezas foram transferidas para outros donos. O Rei forçou DeMolay a trair os outros líderes da Ordem e descobrir onde todas as propriedades e os fundos poderiam ser encontrados. Apesar do cavalete e outras torturas, DeMolay recusou-se.

Finalmente, em 18 de março de 1314, uma comissão especial, que havia sido nomeada pelo Papa, reuniu-se em Paris para determinar o destino de DeMolay e três de seus Preceptores na Ordem. Entre a evidência que os comissários leram, encontrava-se uma confissão forjada de Jacques DeMolay há seis anos passados. A sentença dos juizes para os quatro cavaleiros era prisão perpétua. Dois dos cavaleiros aceitaram a sentença, mas DeMolay não; ele negou a antiga confissão forjada, e Guy D'Avergnie ficou a seu lado. De acordo com os costumes legais da época, isso era uma retratação de confissão e punida por morte. A comissão suspendeu a seção até o dia seguinte, a fim de deliberar. Felipe não quis adiar nada e, ouvindo os resultados da Corte, ele ordenou que os prisioneiros fossem queimados no pelourinho naquela tarde.
Quando os sinos da Catedral de Notre Dame tocavam ao anoitecer do dia 18 de março de 1314, Jacques DeMolay e seu companheiro foram queimados vivos no pelourinho, numa pequena ilha do Rio Sena, destemidos até o fim. Apesar do corpo de DeMolay ter perecido naquele dia, o espírito e as virtudes desse homem, para quem a Ordem DeMolay foi denominada, viverão para sempre.
"Embora o corpo de DeMolay tivesse sucumbido aquela noite, seu espírito e suas virtudes pairam sobre a Ordem DeMolay, cujo nome em sua homenagem viverá eternamente."
Jacques DeMolay, com 70 anos, durante sua morte na fogueira intimou aos seus três algozes, a comparecer diante do tribunal de Deus, e amaldiçoando-os, bem como aos descendentes do Rei da França, Filipe "O Belo":
" - Vergonha! Vergonha! Vós estais vendo morrer inocentes. Vergonha sobre vós todos". Enquanto DeMolay queimava na fogueira, ele disse suas últimas palavras:
"- Nekan, Adonai!!! Papa Clemente... Cavaleiro Guillaume de Nogaret... Rei Filipe; Intimo-os a comparecerem perante o Tribunal do Juiz de todos nós dentro de um ano para receberdes o seu julgamento e o justo castigo. Malditos! Malditos! Todos malditos até a décima terceira geração de suas raças!!!
Após essas palavras, Jacques DeMolay, inclinou a cabeça sobre o ombro e entregou sua alma ao Pai Celestial.
Do Palácio Real, Filipe assistia a morte de DeMolay e ouvira suas palavras. Ficou em silêncio mas bastante assustado. Mais tarde comentou com Nogaret: "Cometi um erro, devia ter mandado arrancar a língua de DeMolay antes de queimá-lo."
Quarenta dias depois, Filipe e Nogaret recebem uma mensagem: "O Papa Clemente V morrera em Roquemaure na madrugada de 19 para 20 de abril, por causa de uma infecção intestinal", Filipe e Nogaret olharam-se e empalideceram.
Rei Filipe IV, o Belo, faleceu em 29 de novembro de 1314, com 46 anos de idade, quando caiu de um cavalo durante uma caçada em Fountainebleau.
Guillaume de Nogaret acabou falecendo numa manhã da terceira semana de dezembro, envenenado.
Após a morte de Filipe, a sua dinastia, que governava a França a mais de 3 séculos, foi perdendo a força e o prestígio. Junto a isso veio a Peste Negra e a Guerra dos Cem Anos, a qual tirou a dinastia dos Capetos do poder, passando para a dinastia dos Valois.
Hoje tomamos Jacques DeMolay como símbolo de lealdade e tolerância e lembramos dos seus feitos de coragem, homenageando-o, colocando o seu nome em nossa Ordem.
"Senhor,
permiti-nos refletir sobre os tormentos que a iniqüidade e a crueldade nos fazem suportar.
Perdoai, ó meu Deus, as calúnias que trouxeram a destruição à Ordem da qual Vossa Providência me estabeleceu chefe.
Permiti que um dia o mundo, esclarecido, conheça melhor os que se esforçam em viver para Vós.
Nós esperamos, da Vossa Bondade, a recompensa dos tormentos e da morte que sofremos para gozar da Vossa Divina Presença nas moradas bem-aventuradas.
Vós, que nos vedes prontos a perecer nas chamas, Vós, que nos vedes prontos a perecer nas chamas, vós julgareis nossa inocência.
Intimo o papa Clemente V em quarenta dias e Felipe o Belo em um ano, a comparecerem diante do legítimo e terrível trono de Deus para prestarem conta do sangue que injusta e cruelmente derramaram."
Esta é uma outra versão da prece proferida no dia 18 de março de 1314, no momento em que o
Grão-Mestre Jacques DeMolay e seu fiel companheiro foram supliciados.
Os gases letais interromperam o anátema, DeMolay dobrou-se e perdeu os sentidos. O impacto inesperado deixou a multidão estarrecida. Não esperavam essa reação, mas cada um sentiu em si o peso da injustiça e a certeza que a maldição se cumpriria. Quarenta dias depois, Felipe e Nogaret receberam uma mensagem "o Papa Clemente morrera". Felipe e Nogaret olharam-se e empalideceram, no pergaminho dizia que a morte ocorrera entre o dia 19 e 20 de abril. O Papa Clemente morreu pôr ingerir esmeraldas reduzidas a pó( para curar sua febre e um ataque de angústia e sofrimento) que provavelmente cortaram seus intestinos. O remédio foi receitado por médicos desconhecidos, quando retornava a sua cidade natal. Guilherme de Nogaret veio a falecer numa manhã da terceira semana de Maio, envenenado por uma vela feita por Evrard, antigo Templário, com a ajuda de Beatriz d'Hirson. O veneno contido na vela era composto de dois pós; de cores diferentes:
- Cinza: Cinzas da língua de um dos irmãos de d'Aunay , elas tinham um poder sobrenatural para atrair o demônio.
- Cristal Esbranquiçado: "Serpente de faraó" Provavelmente sulfocia de mercúrio. Gera por combustão: Ácido Sulfúrico, vapores de mercúrio e compostos anidridos podendo assim provocar intoxicações. Morreu vomitando sangue, com câimbras, gritando o nome daqueles que morreram por suas mãos. Felipe o Belo veio a morrer em 27 de Novembro de 1314, com 46 anos de idade, em uma caçada. Saiu a caçar com seu camareiro, seu secretário particular e alguns familiares na floresta de Pont-Sainte-Maxence. Sempre acompanhado de seus cães foram em busca de um raro cervo de 12 galhos visto perto ao local. O rei acabou perdendo-se do grupo e encontrou um camponês que o ajuda a localizar o cervo. Achando-o e estando pronto a atacar-lhe percebeu uma cruz que brilhava, começou a passar mal e caiu do cavalo. Foi achado por seus companheiros e levado de volta ao palácio repetindo sempre " A cruz, a cruz.." Pediu como o Papa Clemente em seu leito de morte que fosse levado a sua cidade natal ; no caso do rei, Fontainebleau. " A mão de Deus fere depressa, sobretudo quando a mão dos homens ajuda" teria dito um dos Templários remanescentes, jurando vingança.




















