Mais porque do nome “DeMolay”?

Quantas vezes ouvimos essa mesma pergunta. Nunca me cansei em explicá-la é um orgulho que não conseguimos descrever um orgulho que transcende as barreiras e enchem nossos corações de esperança, explicar tantas e tantas vezes um exemplo de lealdade e heroísmo. Talvez esse seja o maior orgulho de um membro desta imensa Ordem Filosófica, Fraternal e principalmente Filantrópica.

Para conhecedores da História Geral, existem pontos que ficam gravados na memória pela força que certos fatos evidenciam a própria história. Um deles foram as cruzadas. As cruzadas, criadas com o fim específico de defender a Terra Santa e Lugares Sagrados, foram organizadas pelos Cavaleiros Templários.

A Ordem dos Templários era formada de varões probos e de grande valentia, onde seus integrantes eram escolhidos entre os melhores cavaleiros que se declaravam castos e celibatários para que melhor pudessem exercer funções nos mais diversos lugares.

A Ordem dos Templários tinha sua organização hierárquica perfeita; seu último Grão-Mestre foi Jacques DeMolay, que por não revelar os nomes de todos os seus irmãos, os Cavaleiros Templários, foi morto na fogueira por ordem da Inquisição e do Rei de França Felipe, o Belo, no século XIV.

Jacques DeMolay morreu defendendo seus ideais e sempre permaneceu inabalável, morreu para salvar os seus Cavaleiros seu IRMÃOS e defender um segredo a revelação de um tesouro tão gigantesco e inexplicável. Talvez fosse a localização do próprio SANTO GRAAL.

1 Response
  1. Anônimo Says:

    Uhuuuuuuuuuuuulll...sou demolay...com muito orgulho


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  • HINO DEMOLAY

    Hino DeMolay

    Composição: Fábio Batista de Lara


    A coroa da juventude inicia
    Até o meridiano a nossa jornada
    Contempla em nós, brilho do meio dia
    Perante este altar, a promessa sagrada

    Que soberanos sejam os nossos ideais
    Luzes no caminho de virtudes imortais
    Que estas sete velas sejam nossa Lei
    O Brasão Heróico da Ordem DeMolay

    Consagrada batalha da vida
    Conduz o caminho da retidão
    Em nossa bandeira imponente, estendida
    Estão os baluartes da nossa Nação

    Sob a regência do Pai Celestial
    Nos dias de aurora até o apogeu
    Que em nossa Ordem sejam um sinal
    De honra que o fogo não feneceu.